Quem apóia
Ao lado de um Projeto sério como o GAIDSI existem pessoas e Instituições de credibilidade, que apóiam e sustentam o espírito de cidadania, visando o aprimoramento pessoal e profissional.

 



A AIDS hoje não é mais considerada uma doença fatal, e sim uma doença crônica. Os avanços obtidos no diagnóstico, tratamento e prevenção garantiram a manutenção e a melhoria nas condições de vida. Entretanto, mulheres e crianças ainda são as principais vítimas da doença. A Disciplina de Infectologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo mantém, desde 1987, um ambulatório para acompanhamento de crianças que convivem com HIV/AIDS, o CEADIPE, onde já se matricularam mais de 4.000 pacientes, dos quais cerca de 300 são atendidos constantemente, com uma média de 20 antedimentos por dia.

O progresso na prevenção da transmissão do HIV das gestantes para os bebês determinou significante diminuição no número de recém-nascidos infectados, mas entre as crianças e adolescentes já infectados ou doentes, ainda há muito o que conquistar. Combater o preconceito e melhorar a qualidade de vida desses pacientes têm sido uma batalha constante não só da equipe de saúde, mas dos próprios pacientes e familiares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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